Veremos com quais cores podemos pintar a vida!As vezes a monocromia parece tão melhor definida.
Porque ela contrasta só o que talvez interessa naquela figura. Fica mais bonito ao seu olhar.
Basta saber se mais verdadeiro.
Talvez seja porque ela realce somente o queremos ver.
A verdade... Será mesmo???
As palavras são somente símbolos que tentam definir coisas que sentimos, discordo da significância de algumas.
Assim, as cores se ausentam, e as dúvidas diminuem.
Mas e a graça do colorido das borboletas, pra onde vai?
Saindo dessa questão introdutória, porque viagens prévias das idéias é uma constante do que se passa nesses devaneios, depois de um tempo, você cresce, e a visão se amplia no preto e branco.
Poucos e raros são aqueles que conseguem ver além. As pessoas passam a viver instintivamente em sua grande parte.
O colorido das borboletas vai se tornando mais irreal em certas asas, em certos ângulos do seu vôo.
As idéias querem explicar tudo pretenciosamente, mesmo diante da impossibilidade.
Esquecemos que as cores vem e também assumem outras formas, desvendam outros traços, exigem mais especificidade da visão, mais paciência da convivência, menos egoísmo da razão.
As dúvidas dos contornos da figura aumentam, mas a vida, também faz o mesmo.
E a criança vem à tona, pra mostrar que o que vivem tem bem mais verdade.
Porque elas somente o fazem e não questionam o colorido das coisas, o colorido da vida.
No final, a diferença da graça da borboleta esta nas cores que vemos nela.
Mas... Crescemos e ver o colorido já não é o bastante.
Listening d*_*b Dois Barcos / Los Hermanos